El presente de Mugica

EL PRESENTE DE MUGICA

Testimonios, reflexión y repercusiones de la Muestra Gráfica Mugica Inspira Interpela Invita.

Descargá el material
Dossier Día de la Memoria 2015

MEMORIA PRESENTE

Miradas y palabras
en clave filosófica, teológica y política.

Descargá el dossier


años de trayectoria.

formadores y referentes sociales y políticos formados durante 2014.

jóvenes y mujeres formadas en comunicación popular durante el 2014.

personas vinculadas través de publicaciones, redes sociales y canales de intercambio y formación.




Centro Nueva Tierra actualizó su foto de portada. ... Ver másVer menos

31/08/15  ·  

Ver en Facebook

Centro Nueva Tierra actualizó su foto del perfil. ... Ver másVer menos

31/08/15  ·  

Ver en Facebook

El Centro Nueva Tierra y la Autoridad Federal de Comunicación Audiovisual (AFSCA) realizaron el pasado 27 y 28 de agosto, en la ciudad de Santiago del Estero, el segundo encuentro de formación política para referentes de la comunicación popular del Noroeste argentino.
Se trató de una actividad complementaria del primer encuentro llevado a cabo durante Julio en San Miguel de Tucumán, en el marco de actividades similares que se vienen desarrollando regionalmente con el objetivo de fortalecer la capacidad política en el territorio y en la sociedad para la democratización de la comunicación.
Durante las dos jornadas participaron del encuentro referentes territoriales, responsables de gestión estatal y políticas públicas, dirigentes de grupos sociales, políticos y culturales, comunicadores y referentes de medios y colectivos de comunicación de Santiago del Estero, Tucumán, Salta, Jujuy, La Rioja y Catamarca.
En esta ocasión se puso el eje en la comunicación y las políticas públicas, en un nivel más local, para analizar recorridos, desafíos y fuerza en camino para los escenarios próximos. La dinámica de trabajo consistió en la propuesta de debates por grupos para dialogar sobre los escenarios provinciales, el Estado, políticas públicas, actores y disputa política y económica.
Se analizaron tensiones y límites de la construcción en lo local, la relación estados provinciales-Nación y la posibilidad de plantear desafíos concretos en base a la realidad de cada región. Los encuentros se orientan desde la perspectiva de la comunicación como derecho humano fundamental, con el horizonte central en la dimensión comunicacional del proceso de inclusión y de construcción política de este tiempo.
... Ver másVer menos

El Centro Nueva Tierra y la Autoridad Federal de Comunicación Audiovisual (AFSCA) realizaron el pasado 27 y 28 de agosto, en la ciudad de Santiago del Estero, el segundo encuentro de formación polí...

30/08/15  ·  

Ver en Facebook

Centro Nueva Tierra compartió la publicación de Casa Joven La Salle. ... Ver másVer menos

Clases gratuitas de entrenamiento físico y danza contemporánea ¿Dónde? En Casa Joven La Salle: Mariano Acosta 5820, González Catán ¿Cuándo? martes y jueves de 14:15 a 16 horas ¿Quiénes coord...

30/08/15  ·  

Ver en Facebook

http://www.pagina12.com.ar/diario/elpais/1-280457-2015-08-29.html ... Ver másVer menos

29/08/15  ·  

Ver en Facebook

Centro Nueva Tierra compartió la foto de World Council of Churches. ... Ver másVer menos

Representatives of all member churches of the Ecumenical Comission of Christian Churches in Argentina (CEICA) together with Ambassador Guillermo Rodolfo Oliveri and WCC general secretary Rev. Dr Olav ...

28/08/15  ·  

Ver en Facebook

Cordoba. Hoy. ... Ver másVer menos

27/08/15  ·  

Ver en Facebook

Brasil. Valioso aporte de nuestro compañero Luiz Alberto G. Souza

Onda vermelha de um povo mestiço bem brasileiro.

Luiz Alberto Gomez de Souza

Voltando da passeata da tarde do dia 20 de agosto de 2015 no Rio de Janeiro, da Candelária à Cinelândia deixo sair, no calor da emoção, as primeiras impressões. Pela manhã, um grupo menor de uma esquerda radical tinha centrado suas demandas na crítica à política econômica, até certa parte pertinente, ainda que, isolada, fica desenfocada nas urgências da conjuntura imediata. À tarde, o tom era mais diversificado e plural. Tratava-se de uma manifestação muito maior, convocada pela CUT, MST, UNE, movimentos sociais e partidos como o PT (ou parte dele) e o PC do B. A nota principal era uma denúncia do golpismo. Um adesivo que ajudei a distribuir indicava claramente os eixos centrais: “Não ao golpe. Mais direitos. Mais democracia”.

Comparando com as marchas de domingo, o importante não será medir números de participantes, mas sentir o clima diverso e descobrir quais eram os que participavam em uma e outra manifestação. No domingo, havia basicamente uma população branca, classe média, com idades variando principalmente entre 35 e 55 anos. Onde a juventude? Não por acaso esta última se realizava em Copacabana ou em Boa Viagem. Quem procurava encontrar negros, nas fotos e vídeos pelo Brasil afora, descobria aqui e ali um gari, um pipoqueiro, um vendedor de refri. Numa grande foto da avenida Paulista, se podia vislumbrar com certo esforço, dois negros. Comecei, na Candelária, junto ao grupo da CUT e dos petroleiros. Ali, a grande maioria era de negros e mestiços, com forte presença de mulheres, trabalhadores, com muita juventude. A cara do povão das periferias, que se encontra apressado, à tarde, nos corredores da Central. A grande miscigenação de nosso povo. Ao lado, estudantes universitários. Os brancos profissionais que ali estávamos misturados, sentíamos a fantástica diversidade e a riqueza de nosso país mestiço. O último presidente da ditadura preferia o cheiro de seu cavalo ao da gente. Muitos como ele – e são tantos, numa elite atrasada e racista – se sentiriam mal no meio deste povão.

Havia um grande número de adesivos com a imagem da presidenta e também de Lula. Na área em que eu estava, descendo a Rio Branco, um dos lemas mais escandido era: “Como é que é, eu tenho fé, o Brasil é governado por mulher”. E de tempos em tempos um “Olé, olá, Dilma, Dilma!” Adesivos com fotos de Dilma e Lula.

Claro, havia protestos, basicamente contra Eduardo Cunha. Se no domingo fizeram um boneco com a figura de Lula vestido de presidiário, numa destas manifestações de quinta-feira, mesmo se com pouca originalidade, o boneco tinha o nariz adunco e os óculos caídos do presidente da Câmara. A manifestação coincidia, no mesmo dia, com o indiciamento, por parte do Procurador Geral, desse fatídico personagem. Mas também, não esqueçamos, vinham críticas impacientes à política econômica dos ajustes, ao lado de reivindicações, principalmente em educação, saúde e transportes que penalizam tantos dos que ali participavam.

Clima de muita alegria, entusiasmo, música contagiante ao final na Cinelândia. Tive a ocasião de postar fotos terríveis de marchadeiras de domingo, num extremo oposto de ódio e de intolerância. Uma senhora de cabelos brancos escondia-se atrás de um papelógrafo de ânsias assassinas: “Dilma, pena que não te enforcaram no Doi-Codi. Fora Dilma e PT”. Outra, sentada na calçada, dobrada pelo peso de sua raiva, tinha uma folha mal rabiscada: “Por quê não mataram todos em 1964”. Todos quem, caríssima madame? Talvez até seus familiares. Outro cartaz era uma estranha maneira de propor um voto qualificado, na diferença de uma patroa e sua empregada: ”País sem corrupção é país onde rico manda, pois quem é rico não precisa roubar”. Será mesmo, não terá bem aceso o apetite de querer sempre mais? E de onde terá vindo essa riqueza? As operações em marcha, que em boa hora desocultam patifarias, mostram as origens duvidosas de tanto emergente que chega, por meios escusos, aos condomínios “golden” da Barra. No passado falava-se do voto não qualificado da lavadeira.

Ouvi críticas na mídia de que não havia uma manifestação espontânea, como se uma sociedade civil organizada não fosse um fato altamente positivo. Posições meramente reativas, de raiva ou ódio, contra a corrupção ou pelo impeachment sem mais, podem juntar multidões inorgânicas, reunidas apenas por sentimentos primários ou irracionais. São o que um sociólogo chamou, faz muitos anos, “a multidão solitária”. Já um movimento positivo, pela democracia e pela legalidade, busca raízes em movimentos populares e grupos organizados.

É interessante constatar que, se em São Paulo a manifestação chegava à avenida Paulista, ela começava no largo da Batata, na zona oeste. No Rio, uma parte significativa vinha da Baixada e de municípios vizinhos. A mídia conservadora, com sua proverbial má vontade, implicou com o fato de muitos virem em grupos uniformizados, vestidos de vermelho e com chapéus com lemas de seus movimentos, organizações ou partidos de origem. Isso indicava uma organicidade de boa parte dos manifestantes. Também no domingo, as roupas tinham uma uniformidade, querendo aparentar, nas cores, um certo patriotismo, ainda que muitos ali, pelo contrário, não veriam problema em entregar o petróleo e nossas riquezas à cobiça do capital transnacional. Foi Collor quem pediu, antes de cair, enganando-se redondamente na ocasião, que saíssem todos de verde e amarelo. Seria lastimável que as cores nacionais ficassem aprisionadas pela direita. Esta se disfarça de patriota, como no tempo do “Brasil, ame-o ou deixe-o”.

Além disso, não esqueçamos, o vermelho pelo mundo afora, é o sinal, desde dois séculos atrás, daqueles que resistem e lutam por justiça. É só lembrar a força das imagens do filme de Bertolucci, Novecento. E as grandes bandeiras rubras e coloradas, são fortes e significativos sinais de exigência pelas transformações da sociedade.

E aqui quero introduzir um último elemento. Mesmo se havia uma predominância de apoio à presidenta, isso não escondia um mal-estar, em cartazes e faixas, com a política econômica de seu governo. Apoio crítico e não incondicional. Aliás, se Cunha é denunciado, como aceitar o silêncio sobre seu irmão siamês Renan Calheiros, que se arvora em apresentar um plano para o Brasil, ele que já teve de renunciar para poder se reeleger mais adiante? Em nome de uma duvidosa governabilidade, como engolir certas alianças espúrias? E medidas de ajuste, modelito FMI, trazem recessão, desemprego e maiores desigualdades, como vai ficando claro pelo mundo afora. Por isso estas manifestações, na conjuntura imediata, são principalmente um deixa para lá ao golpismo. Mas trazem embutidas, no médio prazo, exigências que o governo que recebe apoio terá que levar em conta, se realmente estiver atento, aos clamores que vêm das ruas.
... Ver másVer menos

21/08/15  ·  

Ver en Facebook

Diplomatura en Comunicación Popular ... Ver másVer menos

18/08/15  ·  

Ver en Facebook

Momento de reconomiento a la querida Marta Manterola en la Asamblea 2015 del Centro Nueva Tierra ... Ver másVer menos

18/08/15  ·  

Ver en Facebook

Centro Nueva Tierra compartió la foto de Ivan Valente. ... Ver másVer menos

ONU promove debate sobre regulação da mídia e liberdade de expressão A concentração da mídia no Brasil em modelo oligopolizado - apenas seis famílias controlam as principais empresas no país...

13/08/15  ·  

Ver en Facebook

Centro Nueva Tierra compartió la foto de Habitar Argentina. ... Ver másVer menos

11/08/15  ·  

Ver en Facebook

Centro Nueva Tierra agregó una nueva foto. ... Ver másVer menos

07/08/15  ·  

Ver en Facebook

Centro Nueva Tierra compartió su foto. ... Ver másVer menos

04/08/15  ·  

Ver en Facebook

"Yo me siento feliz de vivir en la época en que vivo. Me parece importante vivir en esta época de cambios profundos, acelerados y universales." ... Ver másVer menos

"Yo me siento feliz de vivir en la época en que vivo. Me parece importante vivir en esta época de cambios profundos, acelerados y universales. "Me siento igual que todos, débil como todos y al mism...

04/08/15  ·  

Ver en Facebook

Centro Nueva Tierra actualizó su foto de portada. ... Ver másVer menos

04/08/15  ·  

Ver en Facebook

Centro Nueva Tierra compartió la foto de Secretaría de Derechos Humanos de la Nación. ... Ver másVer menos

Agosto: Celebración a la Pachamama “Madre Tierra” La fiesta de la madre tierra, o ritual principal de la Pachamama, se hace el primer día de agosto (aunque suele festejarse todo el mes y en alg...

01/08/15  ·  

Ver en Facebook

Paraguay ... Ver másVer menos

28/07/15  ·  

Ver en Facebook

Encuentro de Formación de Formadores en Corrientes

El Centro Nueva Tierra y la Autoridad Federal de Servicios de Comunicación Audiovisual (AFSCA) llevaron a cabo entre el 26 y 27 de junio en la ciudad de Corrientes el primer encuentro de formación de promotores de la comunicación popular, que contó con la... leer más

Encuentro de Formación de Formadores en Mendoza

El Centro Nueva Tierra y la Autoridad Federal de Servicios de Comunicación Audiovisual (AFSCA) llevaron a cabo entre el 17 y 18 de Julio en Guaymallén, provincia de Mendoza, el tercer encuentro de formación de promotores de la comunicación popular. Luego de realizar... leer más
Materiales de formación política
Revista Nueva Tierra 1987-2012

Mapas - Formación política

Formación política en tiempos de apuestas

Espacio Freire

La educación frente al desafío de la igualdad

J-2016

Los jóvenes y lo colectivo hoy

Espiritualidad

Compromiso cristiano y opción por los pobres


Opción por los pobres, democracia y justicia social

El CENTRO NUEVA TIERRA trabaja al servicio de grupos y organizaciones sociales en Argentina desde 1989. Comprometido con la opción por los pobres y apostando por la democracia y la justicia social; trabaja en todo el país con perspectiva de educación popular, construcción colectiva e integración latinoamericana.

Propuestas de formación, comunicación y articulación

Lleva adelante iniciativas de formación, comunicación y articulación en conjunto con actores de diversos lugares de Argentina y el Mercosur. Propuestas de formación de dirigentes, desarrollo de publicaciones sobre temas específicos, promoción de procesos de comunicación popular, construcción de alianzas y animación del trabajo en red, generación de campañas. En muchos casos, en relación con procesos de política pública orientada a la inclusión social y la distribución de la riqueza.

Materiales y publicaciones

El Centro Nueva Tierra tiene una larga experiencia en la producción y sistematización de conocimiento para la acción colectiva y la organización de los sectores populares. Desarrolla y publica materiales de comunicación al servicio de procesos educativos.


ACERVO DE MATERIALES

El Centro Nueva Tierra lleva años realizando materiales de comunicación y formación de calidad. Publicaciones de formación política, educación popular, jóvenes y participación, análisis social y eclesial, espiritualidad y otros.

Materiales

PROPUESTAS DE FORMACIÓN

Con una amplia experiencia en propuestas de educación popular, el equipo nacional del Centro Nueva Tierra articula trayectos de formación y capacitación en política y pedagogía, políticas públicas, participación popular, construcción de ciudadanía, comunicación.

Pin It on Pinterest